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Em um tempo marcado por excesso de informação e escassez de profundidade espiritual, um movimento discreto, porém intenso, tem acontecido nas encostas do Monte Cambirela.
Ali, longe dos holofotes e das estruturas convencionais, homens têm subido não em busca de aventura — mas de Deus.
À frente desse movimento está o Pastor Evilázio, da base missionária Leão de Judá, um ministério reconhecido por seu trabalho direto na recuperação de vidas, resgatando homens de situações de vulnerabilidade e conduzindo-os a um novo caminho através da fé em Jesus Cristo.
Diferente de eventos programados ou retiros estruturados, o que acontece no Cambirela carrega outra essência.
O pastor Evilázio sobe o monte acompanhado por outros pastores, líderes e também por homens que estão em processo de restauração — muitos deles resgatados pela própria missão.
Não se trata apenas de subir.
Trata-se de levar esses homens a um lugar onde o confronto é inevitável: consigo mesmos e com Deus.
No silêncio da montanha, sem distrações, sem recursos, sem máscaras, cada um é levado a encarar sua própria história, suas dores e suas escolhas — agora diante da presença de Deus.
Durante os períodos no monte, que chegam a durar dias, o que se vive ali não pode ser reduzido a uma programação.
Não há roteiro.
Não há formalidade.
Não há espetáculo.
Há oração.
Há silêncio.
Há choro.
Há rendição.
E há algo que muitos descrevem da mesma forma, mesmo sem combinar palavras:
a presença real de Deus.
Para homens que vieram de histórias marcadas por vícios, perdas e rupturas, esse tipo de experiência não é simbólica — é transformadora.
O monte se torna altar.
E o altar, lugar de entrega.
A base Leão de Judá não atua apenas com discursos, mas com prática diária de cuidado, disciplina e acompanhamento.
E levar esses homens ao monte faz parte desse processo.
Ali, eles não apenas ouvem sobre Deus — eles são conduzidos a buscá-Lo.
Para o Pastor Evilázio, essa subida representa mais do que um momento espiritual: é uma extensão da missão de resgate, um passo além na reconstrução de vidas.
Por muito tempo, essas subidas permaneceram restritas a esse círculo de discipulado, longe de qualquer divulgação.
Mas o impacto gerado tem despertado interesse.
E, de forma cuidadosa, esse movimento começa a dar um novo passo.
Em breve, por meio do Clube TBC, serão abertas oportunidades para que outras pessoas possam viver essa experiência no Monte Cambirela, sob a condução do pastor Evilázio.
Sem perder a essência.
Sem transformar em evento.
Sem abrir mão do propósito.
Subir o Cambirela, nesse contexto, não é turismo.
Não é curiosidade.
Não é lazer.
É chamado.
E como todo chamado, não é explicado — é sentido.
Para alguns, será apenas uma montanha.
Para outros, pode ser o início de uma nova história.